Imagine caminhar silenciosamente pela borda de um manguezal cearense. A maré sobe devagar. O lodo guarda rastros. As raízes do mangue parecem dedos agarrados à terra. Caranguejos entram e saem das tocas enquanto garças procuram alimento nas águas rasas. E lá em cima, sobre uma árvore, um gavião observa tudo.
